sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Literatua - Livro: "Uma história de futebol"
Atividades desenvolvidas em literatura referentes ao livro:
Esse livro conta a história de Zuza e Dico (Pelé), os heróis, são dois meninos fanáticos por futebol, o que se vai descobrir é como uma amizade pode mudar nossas vidas - e como um menino do interior pode se tornar o maior jogador do mundo.
A história chama muito a atenção dos alunos, pois trás muitas situações vividas no cotidiano das crianças, fala sobre futebol e o personagem principal é o "rei" do futebol Pelé, quando criança, o espaço e o tempo trás um resgate da infância do "rei" do futebol.
Para o trabalho em Literatura, com esse livro, realizei as seguintes atividades:
-Anteriormente, os alunos já haviam coletado informações sobre José Roberto Torero e Ana Maria Machado, que fez a adaptação do livro para crianças.
- Os alunos realizaram a leitura do livro.
-Foi proposto um debate sobre o livro.
-No debate os alunos criaram várias perguntas sobre a história, colocamos as mesmas dentro de uma caixinha. Em seguida, a caixinha passava e cada aluno retirava uma pergunta e respondia.
Caso o aluno não soubesse a resposta, outro poderia ajudá-lo.
Dada a resposta o aluno autor da pergunta, confirmava se a resposta estava correta ou não.
-Realizado o debate passei o vídeo abaixo para os alunos:
O curta conta histórias da infância do Rei do futebol. Zuza, companheiro de pelada, relembra as façanhas do menino Pelé nos campos de terra de Bauru.
Esse trabalho foi desenvolvido nas turmas dos 5º anos (4ª série). Os resultados do trabalho com esse livro foram muito positivos.
"UMA HISTÓRIA DE FUTEBOL"
De José Roberto Torero e adaptação de Ana Maria Machado
Esse livro conta a história de Zuza e Dico (Pelé), os heróis, são dois meninos fanáticos por futebol, o que se vai descobrir é como uma amizade pode mudar nossas vidas - e como um menino do interior pode se tornar o maior jogador do mundo.
A história chama muito a atenção dos alunos, pois trás muitas situações vividas no cotidiano das crianças, fala sobre futebol e o personagem principal é o "rei" do futebol Pelé, quando criança, o espaço e o tempo trás um resgate da infância do "rei" do futebol.
Para o trabalho em Literatura, com esse livro, realizei as seguintes atividades:
-Anteriormente, os alunos já haviam coletado informações sobre José Roberto Torero e Ana Maria Machado, que fez a adaptação do livro para crianças.
- Os alunos realizaram a leitura do livro.
-Foi proposto um debate sobre o livro.
-No debate os alunos criaram várias perguntas sobre a história, colocamos as mesmas dentro de uma caixinha. Em seguida, a caixinha passava e cada aluno retirava uma pergunta e respondia.
Caso o aluno não soubesse a resposta, outro poderia ajudá-lo.
Dada a resposta o aluno autor da pergunta, confirmava se a resposta estava correta ou não.
-Realizado o debate passei o vídeo abaixo para os alunos:
Esse trabalho foi desenvolvido nas turmas dos 5º anos (4ª série). Os resultados do trabalho com esse livro foram muito positivos.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ficha de leitura - CH
Chuvinha, chuvada, chuvão...
Stella Leonardos
Primeiro
era uma chuvinha: Pi-lim, pi-lim.
Depois
uma chuvada: Plim-plim, plim-plim.
Depois,
um chuvão:Plimplém! Plimplém!
E o vento tocando a chuva: Ziiiim... Zuuum...
E a chuva
e o vento tocando todos os bichos para as tocas:
___ É
tempo! É tempo! É tempo de mau tempo! É tempo de tempestade!
Uns
pintinhos, que não gostavam de tomar banho, piavam, piavam, batendo as asas
de frio:
___ Essa
não! Piu-piu-piu-piu! Pinga, pinga, pingo de água, mas pinga na lagoa! Tomar
banho de chuveiro tem hora, mas não é à toa!
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
GRUPO DE PALAVRAS
|
Reflexão: Para curtir a vida bem devagar
Sentar-se à Janela do Avião
Alexandre Garcia
Era criança quando, entrei, pela primeira vez, em um avião.
A ansiedade de voar era enorme.
Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o vôo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem.
Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia.
Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante.
As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.
No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal.
O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse.
Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido.
As poltronas do corredor agora eram exigência. Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.
Por um desses maravilhosos 'acasos' do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa, precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível.
O vôo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona.
Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.
Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada: a janela.
Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar, e, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara.
Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga.
Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.
Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer.
Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.
Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal?
Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida.
A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos.
Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece.
Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e 'ganhar tempo', pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar.
A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante.
Não sabemos quanto tempo ainda nos resta.
Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe.
Afinal, a vida, a felicidade e a paz são caminhos e não destinos.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Literatura infanto juvenil. Atividades com a utilização da história "Clact... clact... clact..."
CLACT...
CLACT... CLACT
Luciana e Michele Iacocca
As cores bem que tentavam, mas nada estava bom para a tesoura.
Até que a tesoura se viu presa em meio as cores.
O livro é muito bem ilustrado e dá diversas possibilidades para o professor explorar as cores e as formas.
Muito bom!
Algumas sugestões:
Interpretação e reconto oral
sobre a importância.
Recortar papéis coloridos de diferentes tamanhos e cores. Pedir para os alunos ilustrarem a história, criando
formas com papéis picados.
Criar diferentes formas utilizando os papéis picados e coloridos.
Reescrever e ilustrar a história.
Criar um novo livro, baseado na história original...
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Atividades com sistema de medidas
Leia este
texto com atenção.
Antigamente as pessoas utilizavam o sal para conservar a
carne. Após
1913, ano de invenção da geladeira doméstica, com o avanço da
tecnologia, existem equipamentos que conservam esse alimento resfriado como é o
caso da geladeira, do freezer, da pista fria, etc.
1) Ao comprar carne, qual o sistema de
medida que é utilizado para medir a quantidade de carne?
a) ( ) Capacidade
b ( ) Tempo
c) ( ) Massa
d) ( ) Comprimento
2) O ano de invenção da geladeira
doméstica foi 1.913. Para medir a quantidade de anos, dias, meses, semanas e
horas é utilizado qual sistema de medidas?
a) ( ) Capacidade
b ( ) Tempo
c) ( ) Massa
d) ( ) Comprimento
3) Se eu fosse medir o tamanho da
geladeira eu deveria utilizar qual o sistema de medidas?
a) ( ) Capacidade
b ( ) Tempo
c) ( ) Massa
d) ( ) Comprimento
4) Com o calor é muito importante
tomar água e se a água estiver bem gelada, melhor ainda. Para medir uma
determinada quantidade de água, qual o sistema de medida que devo utilizar?
a) ( ) Capacidade
b ( ) Tempo
c) ( ) Massa
d) ( ) Comprimento
5) O ano de invenção da geladeira
doméstica foi 1.913. Estamos em 2.011.
Encontre a diferença e descubra quantos anos a geladeira doméstica tem?
sábado, 5 de novembro de 2011
História infantil: Menina bonita do laço de fita
Menina bonita do laço de fita
Ana Maria Machado
Uma excelente história para ser trabalhada na sala de aula.
Após, o vídeo e diálogo com os alunos sobre a história é importante que o professor faça um registro da atividade.
Esse deverá ser feito de acordo com o nível de desenvolvimento do alunos.
Algumas sugestões:
-Pintura;
-Desenho;
-Recorte e colagem de acordo com a história;
-Criar uma moral ou reflexão sobre a história;
-Fazer uma releitura da história modificando tempo, espaço, personagens,...
-Criar um poema sobre a história;
-Criar uma música,...
-São diversas as possibilidades e com certeza os resultados serão excelentes
Assinar:
Postagens (Atom)

